Qual a relação?

          Quando se é criança, a mãe sempre pega no pé com relação à alimentação: tem que comer bastante para crescer, ficar forte etc. E o que o pimpolho faz? Quase não come, pois está ocupado brincando, descobrindo o mundo. Fazer comer três ou quatro colheradas é uma luta. A brincadeira é tão divertida e gostosa que quase não se tem tempo para essas coisas... E a mãe tem que ficar correndo atrás...

          O inverso ocorre quando a gente cresce. É hora de comer menos e fazer mais exercícios. E o que acontece? Temos preguiça de irmos à academia e comemos demais por conta dos problemas do dia-a-dia, das angústias, cobranças, falta de um amor...

Alguma coisa está fora da ordem...

 

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domingo 05 julho 2009 07:09


Promises - New Year's Resolutions (já?!)

# 1 - Ir no Festival da Mantiqueira - Diálogos com a Literatura (em SFX)

# 2 - Ir no FLIP (em Paraty)

 

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domingo 05 julho 2009 06:18


Feijão por cima

Blog de brivitti :Dando asas..., Feijão por cima

Não era daquele jeito que eu queria. Gosto do feijão por cima do arroz. Arrisquei:

- Moça, faz outro prato pra mim? Não gosto do feijão por baixo do arroz. O feijão tem que ser por cima. É a lógica.

Sem me olhar, foi dizendo:

- Por que não disse antes? Que lógica mais idiota essa, hein?

- Não deu tempo. Achei que a senhora faria o óbvio: o feijão por cima do arroz e...

- E que diferença isso faz?

- Pra mim, faz toda a diferença. Não vou conseguir comer assim. Faz outro prato pra mim, por favor?

Ela até que preparou outro prato do jeitinho que eu pedi. Mas não colocou o filé de frango, muito menos a salada de repolho. Não entendi... seria algum tipo de punição?

De qualquer maneira, a Maristela, muito minha amiga, me cedeu um de seus dois filés.

 

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quarta 01 julho 2009 19:10


Parecia ser (título improvisado) parte #2

Parecia ser mais um dia comum: acordar, tomar banho, escolher a roupa, café, trânsito e escritório. Na volta, padaria, banho, lanche e cama. E exausta como, sempre, não conseguiria assistir nem a novela das oito.

Pois bem... era o previsível, mas tudo mudou quando o telefone tocou bem na hora que eu estava fechando a porta. Quando já estou com os pés na rua e ouço o telefone, é como se eu já estivesse saído, então nem volto para atender. Se for urgente, liga no celular. Mas, sei lá por que, aquele dia eu resolvi voltar para atender.

- Pois não? – sempre atendo o telefone assim para ligações em horas inoportunas.

- Alô? Quem é? – uma voz rouca do outro lado. Quase que indecifrável. Achei que fosse uma voz masculina.

E eu, mais que depressa:

- Quer falar com quem, hein?

- Com a Dona Cláudia, ela está?

Quem me chamaria de Dona? Que ridículo. Então virei um:

- Não, ela não tá não. Da onde é?

E, misteriosamente, ela (ou ele) sabia mais da minha vida do que eu mesma:

- A dona Cláudia mora sozinha, não tem empregada e detesta que atendam o telefone para ela. É a senhora mesmo, não é dona Cláudia?

Como assim ela (ele) sabia de tudo isso?

Quem seria essa pessoa? E que voz horrível.

Foi quando eu resolvi sentar para não cair das pernas:

- Olá! Pois não? Quem está falando? O que deseja?

Fiquei entregue àquele mistério imediatamente.

- Escute, Dona Cláudia. Meu nome é Cecília. Você talvez não se lembre de mim, mas eu nunca mais me esqueci de você.

- Ah é? Que bom? E de onde a gente se conhece? Eu posso te ajudar em algo?

- Bem... posso refrescar a sua memória, se você preferir. Eu trabalhava na loja Pague Bem e um dia você fez uma compra no meu caixa.

Enquanto meus neurônios tentavam absorver aquela conversa idiota, soltei novamente um:

- Ah é? Que bom!

E a voz rouca (agora, feminina) continuou:

- Na hora de pagar, você entregou o seu cartão para eu passar.

- Bem provável que sim, né?

- E lhe perguntei se eu deveria passar o cartão no débito ou no crédito.

- Ãh-han...

- E você falou CRÉDITO.

A ficha caiu no momento que ela gritou a palavra "crédito". Caiu não, desabou. Liguei o nome à pessoa e imediatamente um calafrio percorreu minha espinha. Eu estava falando com a anta que tentou passar minha compra no crédito. Passou meu cartão três vezes e fazia questão de anunciar bem alto que a compra não havia sido autorizada. Fiquei muito puta. Fiz um escândalo homérico. Eu havia pedido para passar no débito. Na conta tinha dinheiro, mas no crédito, o meu cartão estava estourado.

Mil coisas passaram pela minha cabeça. Achei que o meu show havia terminado por lá mesmo. O que ela queria de mim? Pedir desculpas?

- Cecília, não precisa se desculpar. Foi um...

- Dona Cláudia, agora é a senhora quem vai me ouvir. Presta bem atenção. O negócio é o seguinte...

  

TO BE CONTINUED...

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terça 30 junho 2009 19:08


Preferências #2

Uma bebida: água e derivados (suco, chá...)

Uma bebida "caliente": vinho

Amor: família

Paixão: livros, leitura, literatura...

 

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terça 30 junho 2009 18:07


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